Ri Happy, Estrela e Fundo Baobá lançam coleção de bonecas negras

Hilário, comercial do Burger King divulga “mega hambúrguer”

Se você gosta do filme “Um Morto Muito Louco” (“Weekend At Bernie’s”), vai gostar do novo comercial do Burger King, que estreou ontem (28).

A marca se inspirou no filme americano de 1989 – onde dois amigos fingem que um terceiro ainda está vivo – para criar sua campanha que divulga o Mega Stacker 4.0, seu lanche que leva quatro hambúrgueres, queijo e bacon.

A ideia da campanha veio após centenas de comentários de consumidores nas redes sociais do Burger King, aprovando o mega hambúrguer.

Uma das mensagens dizia “Se eu morrer, digam que eu morri feliz”.

No comercial bem humorado, um homem entra em um estado de graça (atingiu o nirvana?) após comer o Mega Stacker 4.0.

Seus amigos, então, decidem levá-lo para muitas aventuras, mesmo com ele desacordado. Óculos escuros dão conta do recado.

A trilha sonora ainda traz o funk “Morto Muito Louco”.

O Burger King ainda criou uma promoção para levar o comercial às lojas físicas. Clientes que comprarem dois Mega Stacker 4.0 e fizerem uma dança do funk, ganham dois sundaes.

A criação é da agência DAVID.

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Comercial do feijão Heinz é banido por ser “perigoso”

Comercial do feijão Heinz é banido por ser “perigoso”

A Heinz só queria que as pessoas cantassem uma música e batucassem em uma lata vazia de feijão. Mas o plano não deu muito certo.

No Reino Unido, um comercial da marca foi banido depois da avaliação da ASA, o órgão regulador da publicidade no país.

É que, na propaganda, pessoas usam latas vazias de feijões Heinz para cantar uma música, a “Can Song” (“canção da lata”).

Mas a ASA considerou a prática perigosa. Segundo ela, as pessoas, ao imitarem em casa a “Can Song”, poderiam acabar se machucando.

Algum consumidor, ao bater na lata, poderia cortar a mão na aba.

O comercial da Heinz, contudo, traz, logo no início, uma espécie de tutorial que indica para o consumidor lavar a lata e passar uma fita (crepe, isolante etc) nas bordas para tornar a prática segura.

Mesmo assim, a ASA considerou que as instruções eram insuficientes para diminuir o risco.

Na TV, o tutorial não era veiculado. Apenas no YouTube ele consta.

“Considerando que os consumidores encorajados a aprenderem a ‘Can Song’ dificilmente terão as habilidades dos atores”, o comunicado oficial do órgão dizia sobre o porquê da decisão.

O julgamento se deu após algumas reclamações chegarem até a ASA. Seis delas mencionavam que o comercial era perigoso caso as crianças assistissem.

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Projeto “Mamilo Livre” questiona objetificação do corpo feminino

Projeto “Mamilo Livre” questiona objetificação do corpo feminino

A J. Walter Thompson em parceria com AzMina, jornal digital feminista independente, lançou nesta semana o projeto http://www.mamilolivre.com em apoio à Semana Internacional da Não-Violência Contra a Mulher.

A ideia é questionar a objetificação do corpo feminino nas redes sociais e a censura de imagens consideradas de “conteúdo inapropriado”, com ênfase especial em mamilos de mulheres. Mas como falar de peitos femininos na plataforma, se a mera existência deles é censurada

Para quebrar esse tabu, a agência descobriu uma forma simples e criativa de enganar os algoritmos que fazem essa censura usando uma ferramenta do próprio Facebook como meio de protesto.

O objetivo é publicar álbuns com fotos “recortadas” de peitos femininos, onde o mosaico da timeline forma a imagem de um mamilo. Assim, a rede social não “descobre” a publicação e, portanto, não consegue censurá-la.

Tudo isso funciona por meio de um app dentro do website, onde a mulher faz o login e participa. Ela pode publicar uma foto da galeria de mamilos.

Automaticamente, a ferramenta recorta a foto, cria o mosaico e ela pode publicar no seu perfil. A youtuber Jout Jout (Julia Tolezano) já teve mais de 25 mil curtidas, 300 comentários e 1,2 mil compartilhamentos no post que fez ontem de manhã sobre a campanha #mamilolivre.

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